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quarta-feira, 9 de julho de 2008

A bíblia é a palavra de Deus

fonte: www.cpad.com.br
Lição 01 - A Bíblia é a Palavra de Deus
Texto Bíblico: Salmos 119

Neste trimestre, dividiremos o subsídio em três partes: conhecimento doutrinário sobre o tema; conhecimentos pedagógicos e sugestão de atividade.

CRESCENDO NA GRAÇA E NO CONHECIMENTO

I. ORIGEM DA BÍBLIA

1. A Bíblia é uma dádiva de Deus. “O Senhor deu a Palavra” (Sl 68.11). Deus, que antigamente falou “muitas vezes e de muitas maneiras aos pais”, queria que sua Palavra não ficasse guardada pelos homens apenas através da experiência com Ele ou pela tradição falada, isto é, os pais contando para os seus filhos etc. Deus queria que as verdades reveladas fossem conservadas em um autêntico documento. Por isso, Ele mesmo tomou as providências para que suas palavras, revelações e acontecimentos — maravilhas operadas em meio ao seu povo — fossem escritos.

2. A Bíblia foi registrada por ordem de Deus. Deus ordenou a Moisés: “Escreve isto para memória num livro” (Ex 17.14). Essa mesma ordem foi repetida ao longo de 1600 anos para cerca de 45 homens escolhidos por Deus, e assim surgiu “o livro do Senhor” (Is 34.16), a “Palavra de Deus” (Ef 6.17; Mc 7.13), as “Santas Escrituras” (Rm 1.2), que nós chamamos de Bíblia. A palavra portuguesa “Bíblia” vem do grego bíblia, que é o plural de biblion — “livro”. Essa palavra deriva-se originalmente da cidade fenícia de Biblos (no Antigo Testamento, Gebal), que era um dos antigos e importantes centros produtores de papiro, o papel antigo. Com o tempo, esse vocábulo acabou sendo usado para designar as Sagradas Escrituras. A palavra grega biblos significa um livro, um escrito qualquer, tendo mesmo servido para indicar o livro da vida, como se vê em Apocalipse 3.5, isto é, um livro sagrado. Estritamente falando, biblos era um livro, e biblion, um livrinho.

A palavra “Bíblia, mediante um desenvolvimento histórico divinamente dirigido, veio a designar o Livro dos livros, as Escrituras Sagradas, contendo 66 livros — 39 do Antigo Testamento e 27 do Novo.

SAIBA MAIS...

A relevância da educação cristã infantil para a sociedade e para a igreja - Miriam Reiche

Com o intuito de corroborar o tema proposto, tomo emprestado a paráfrase de 1 Coríntios 13.11 feita por Walter Wangerin Jr, escritor de obras infantis: “Quando eu era menino, falava como menino, entendia como menino. Quando me tornei um homem, desisti dessas coisas infantis, mas o homem em que me transformei foi formado na meninice, e essa formação permanece para sempre.” Nesse texto, o autor destaca a relevância do período infantil para a constituição do indivíduo. Isto é, o quanto os conceitos, os princípios, as regras e os comportamentos aprendidos na infância influenciam na formação do adulto. Por isso, ao longo deste artigo, apresentarei algumas razões pelas quais esse assunto é essencial.

Antes, porém, de expor o assunto em si, faz-se necessário explicar que esta fase da vida abrange as crianças de zero a seis anos e é fundamental para o desenvolvimento emocional e cognitivo da criança (e, conseqüentemente, para a vida do ser humano de uma forma geral). É a fase do crescimento sensório-motor, da aquisição da linguagem, da crise de personalidade etc. Por conseguinte, uma educação voltada para esta faixa etária deve estar adequada às necessidades e possibilidades de cada etapa do desenvolvimento infantil e promover não apenas o crescimento cognitivo, mas também o afetivo e o motor. Por fim, consoante a teologia bíblica, sendo o homem corpo, alma e espírito, a educação cristã infantil deve buscar a plenitude do mesmo, a fim de que este cresça de maneira equilibrada na presença de Deus.

ATIVIDADES - O MUSEU DA BÍBLIA

Faça uma gincana entre os alunos para conseguirem os exemplares de Bíblia mais antigos. Procure também papiros, ilustrações e informações, a fim de que você e sua turma montem um pequeno “Museu da Bíblia”. Reserve um espaço na igreja para realizar o evento e permita que as crianças sejam os anfitriões e expliquem ao público cada elemento.

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