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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

A História do Amor de Deus



1. A criação do mundo“No princípio, criou Deus os céus e a terra” (Gênesis 1.1).Deus criou o mundo e tudo o que existe: o céu, a terra, o mar, as plantas, os animais... Criou também o homem e a mulher, que viviam bem com Ele e eram muito felizes.
2. O pecado“Deus perguntou: Você comeu do fruto da árvore da qual lhe proibi comer?” (Gênesis 3.11, NVI).Mas o Diabo, por meio da serpente, tentou Eva. Então ela e Adão desobedeceram a Deus. Desobediência é pecado. Por isso, eles foram expulsos do Paraíso e ficaram longe de Deus.
3. A vinda de Jesus“Deus enviou seu Filho” (Gálatas 4.4).Por amar todas as pessoas, Deus enviou Seu Filho Jesus, para elas voltarem a viver bem com Ele. Jesus nasceu em Belém. José e Maria cuidaram do menino até que Ele crescesse.
4. A morte de Jesus“Cristo morreu pelos nossos pecados” (1 Coríntios 15.3).A Bíblia ensina que todos têm de ser castigados por sua desobediência a Deus. Esse castigo é a morte eterna no inferno. Jesus sofreu o castigo por nós. Ele deu Sua vida na cruz para pagar pelos pecados de todo o mundo.
5. A ressurreição de Jesus“Ele não está aqui; ressuscitou” (Mateus 28.6).Mas, depois de sepultado, Ele ressuscitou! Jesus não continuou morto – Ele voltou a viver. Que grande alegria e esperança! Temos um Senhor vivo que quer nos perdoar e salvar do castigo.
6. E agora?Convide Jesus a entrar em seu coração. Ele vai limpar sua vida e cuidar de você. Peça para Jesus ser seu Salvador e um dia você estará no céu com Cristo, para sempre!
Jesus quer ser seu maior Amigo. Leia a Bíblia para aprender mais sobre Ele.

Fale com Jesus em oração – você pode conversar com Ele sobre tudo que quiser.

(desenhos: © Dirceu Veiga – texto: Ione Haake - http://www.ajesus.com.br)

A SURPRESA

A SURPRESA
(Peça em 1 ato)

PERSONAGENS:
ROBERTO, o pai
SARA, esposa de Roberto
DIOGO, filho do casal
RODRIGO, idem
FERNANDA, filha do casal
LUCIANA, idem


OBSERVAÇÃO- A idade dos filhos variará de crianças a adolescentes, dependendo da direção da escolha de cena.
CENÁRIO- Uma sala bem simples de residência.
INDUMENTÁRIA- Roberto e Sara usarão roupas bastante simples, de gente pobre, da época atual. Os filhos entrarão com túnicas e mantos, arrumados de modo bem criativo, porém utilizando tecidos simples. Uma outra idéia é a utilização de papel crepom.

Sara entra em cena e olha para o público como se estivesse olhando para uma estrada ao longe.

VOZ DE DIOGO, de dentro - Mãe, ele já vem?
SARA- Não, ainda não. Mas fique quietinho, sim?
VOZ DE FERNANDA, de dentro- Estou muito nervosa, mãe!... Não sei se o meu manto ficou legal...
SARA, continuando a olhar a estrada- Ai, ai, ai! Fique calma, Fernanda! Pronto, lá vem ele. Fiquem bem quietos, hein?
ROBERTO, chegando pela porta que dá para a rua, beija a esposa no rosto- Tudo bem? Mas que silêncio é este? Onde estão as crianças?
SARA, escondendo um sorriso- As crianças? Ah! Sim... Será que elas estão dormindo?
ROBERTO, sentando-se- Estou mesmo muito cansado. O serviço está aumentando cada vez mais na fábrica. Imagine, trabalhar em dia de sábado até esta hora!
SARA- Ainda bem que amanhã poderá descansar...
ROBERTO- Que nada, preciso acordar cedo, pois não podemos perder a Escola Dominical.
SARA- É mesmo. E amanhã é um dia especial.
ROBERTO- Especial?
SARA- Sim, o Dia dos Pais. Esqueceu?
ROBERTO- É mesmo! (levanta-se, preocupado) Mas as crianças estão mesmo dormindo ?...
SARA- Não. É que prepararam uma surpresa para você.
ROBERTO- Surpresa? (sem jeito) Mas que idéia...
SARA, chama- Crianças, está na hora ! (Entram todos, vestindo cada um a personagem que ensaiara)
TODOS- É pra você, papai
esta representação.
O presente mais bonito,
porque vem do coração.
LUCIANA- Eu quero ser como Lídia, que, tendo aceitado Jesus, colocou sua casa e a vida a serviço do Mestre.
RODRIGO- Quero ter sempre a coragem de Paulo, que jamais deixou de anunciar as boas-novas de salvação.
FERNANDA- Para com todos desejo ter um amor como o de Dorcas, que, com os pobres, tanto se preocupava.
DIOGO- Estudar sempre, papai, é o que eu mais quero; para assim, como Moisés, ficar bem preparado para o que Deus determinar.
TODOS- E feliz Dia dos Pais, papai querido!
LUCIANA- Desculpe se não temos presentes embrulhados em fita e papel.
RODRIGO- O que temos, é nosso desejo sincero de sermos sempre bons filhos.
FERNANDA- E cristãos de verdade!
DIOGO- Tão fiéis e corajosos como aqueles de que fala a Palavra de Deus.
TODOS- E que Deus o abençoe, papai! (Roberto e Sara aplaudem, emocionados)
ROBERTO- Muito obrigado, filhos. Nenhum presente, por mais caro que fosse, teria tanto valor como este. Espero que nunca esqueçam este dia e que possam lembrá-lo sempre, por toda a vida...
LUCIANA- Lembrar a dedicação de Lídia,
RODRIGO- a coragem de Paulo,
FERNANDA- um amor como o de Dorcas,
DIOGO- a determinação de Moisés.
SARA, para o esposo- Gostou da surpresa?
ROBERTO- Muito. Estou feliz por vocês, meus filhos.
SARA- E nós por você, querido. Feliz Dia dos Pais!
TODOS, sorrindo, dirigindo-se ao público- Feliz Dia dos Pais! (Terminando, cantam alegremente um hino apropriado ao dia).


Dramatizações extraídas de:

RESENDE, Maria José. Jograis e representações evangélicas. 15.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2000, vol. 2.

A NOITE DA VERDADE

A NOITE DA VERDADE
(Peça em 1 ato)

PERSONAGENS

PAULO, o pai
ETEL, a mãe
MARCOS, o filho


CENÁRIO- Uma sala de residência.
INDUMENTÁRIAS- Comuns, da época atual.
ACESSÓRIOS- Uma Bíblia, óculos, algodão, e mercúrio para um curativo.

No início da peça, Paulo está em cena sentado, lendo a sua Bíblia e fazendo algumas anotações . Em seguida, entra Etel.

ETEL- Vou servir o jantar daqui a pouco, Paulo.
PAULO- Está bem, estou quase terminando este esboço.
ETEL- Você irá pregar amanhã, à noite?
PAULO- Não, pela manhã, no programa especial para o Dia dos Pais.

(Etel parece entristecer-se e anda de um lado para outro. Paulo percebe seu nervosismo, levanta-se e, em boca de cena, passa o braço ao redor dos ombros da esposa.)

PAULO- E então, Etel, o que há?
ETEL- Penso o quanto deve ser difícil, para você falar aos pais de nossa igreja tendo um filho tão...problemático.
PAULO- Você tem razão. Só mesmo pela infinita misericórdia de Deus.
ETEL- Marcos me preocupa, saindo com aquela sua turma onde não há um só rapaz ajuizado.
MARCOS, entrando- Aposto que estão falando a meu respeito.
PAULO- Você sabe que temos razões de sobra para ficarmos preocupados com você.
MARCOS, rindo- Ora, meu pai, é que hoje em dia já não fazemos programas tão ingênuos quanto os de sua época !
PAULO- E o que fazem então? Fumar, beber, depredar tudo como verdadeiros vândalos? Diga-me, Marcos, o que fez de seus estudos?
MARCOS- Mamãe ainda não lhe disse? Tranquei a matricula.
PAULO- E por quê?
MARCOS, sem jeito- Porque...sei lá, acho que ainda não estou bem certo se a medicina é mesmo uma boa carreira.
PAULO- E o que vai fazer de sua vida?
MARCOS- Aproveitá-la, meu pai, da melhor maneira possível.
ETEL- Bem, eu vou cuidar do jantar. (Sai)
MARCOS- Eu já estou de saída. O pessoal está à minha espera.
PAULO- Você irá à igreja amanhã, Marcos?
MARCOS, reprimindo o riso- Igreja!...Bem...pode ser, se eu não estiver com muito sono.
PAULO- Cuidado filho. Os caminhos que a juventude escolhe nem sempre são os melhores.
MARCOS, revoltado- Cuidado, cuidado! O senhor pensa que ainda sou um menino, pai? Sou um homem! Quer saber mais? Cuide de sua vida pacata de pregador de igreja e eu cuido da minha, entendeu? (Sai)
PAULO, sentando-se muito triste- “Meu Deus, que situação difícil! Eu o entrego em tuas mãos, Senhor. Que o meu filho possa abrir os olhos para a verdade. Amém.” (Apagam-se as luzes e Paulo sai)
NARRAÇÃO- E Marcos foi juntar-se àqueles que considerava seus melhores amigos – os piores rapazes do bairro. Esquecido da família e da existência de Deus, divertia-se à larga, sem dar importância a mais nada que não fosse aquela noite que parecia feita para a festa e a alegria.

Ainda com as luzes apagadas: música especial. Em seguida, Marcos entra pela porta que dá para a rua, com o rosto parecendo ferido.

MARCOS, gritando- Meu pai! Por favor, papai, preciso falar-lhe! (Acendem-se as luzes e Paulo entra pela porta dos fundos, trazendo os óculos e a Bíblia na mão)
PAULO- O que foi, Marcos? Mas o que aconteceu com o seu rosto?
MARCOS, tocando o rosto ferido- Creio que estou machucado. (Nervoso) Puxa pai, foi horrível!
ETEL, entrando- O que houve, filho? (Assusta-se) Mas você está ferido!...
MARCOS- Não se preocupe, mãe. Eu...acho que mereci o que aconteceu.
PAULO, abraçando o filho- E o que aconteceu, Marcos?
MARCOS- O senhor tinha razão, como sempre ; tinha razão. Foi o seguinte: estávamos todos bebendo no bar e , de repente, começou uma confusão boba. Lúcio então resolveu sair quebrando tudo, copos, garrafas..., como louco. Creio que na confusão feriu gravemente o dono do bar. Alguém chamou a polícia e...
PAULO- ... E você conseguiu escapar, não foi?
ETEL- E como provar agora que não teve culpa?
MARCOS- Todos viram que foi o Lúcio quem começou tudo...
PAULO- Mas você estava junto e poderá ser incriminado também, não acha?
MARCOS, meio amedrontado- Não poderão provar nada contra mim.
ETEL- Eu vou buscar algo para fazer um curativo. (Sai)
PAULO- Meu filho, um homem é reconhecido pelo que faz e pelas companhias com quem anda. Diante da lei, você terá de provar que está inocente e eu não poderei fazer nada.
MARCOS, andando nervosamente de um lado para outro, como acuado- Mas você é um homem muito respeitado. É um médico, pai!
PAULO- Ainda esta noite você não considerava tão importante ser um médico...
MARCOS- Eu estava errado, pai. O senhor me perdoa?
PAULO- É claro, Marcos. Mas ainda assim terá de prestar contas com a justiça, se andou agindo errado.
MARCOS- Estive errado andando em companhia deles. Agora sei quem realmente são.
PAULO- Acha que os rapazes da igreja, que você considerava tão piegas, agiriam assim?
MARCOS- Não, sei que não. Eu... irei à igreja amanhã. Poderei pedir a minha reconciliação?
PAULO- Amanhã não teremos uma programação especial na igreja.
ETEL, entrando com o material do curativo- Amanhã é Dia dos Pais, Marcos.
MARCOS- Dia dos Pais? Puxa, eu tinha esquecido.
PAULO- Não importa, você já deu o presente: a sua decisão de mudar de vida.
ETEL, limpando o rosto do filho- Lembra-se de quando foi líder da mocidade em nossa igreja, filho? Nunca esteve tão feliz como naquela época.
MARCOS, fazendo uma careta de dor- Cuidado, mãe, está doendo. Você acha que a mocidade me elegeria outra vez?
ETEL- Sei que ficarão alegres com a sua volta.
MARCOS, nova careta- Mãe, devagar, está doendo.
PAULO, rindo- Não reclame, Marcos. Você já não é mais menino, é um homem. Lembre-se!
MARCOS, depois de submeter-se ao curativo, abraça o pai- Tem razão, pai, eu sou um homem. (Cena em estático: Pai e filho abraçados, e Etel rindo, ao lado, olhando o curativo no rosto de Marcos)
NARRAÇÃO- E no domingo, na festa do Dia dos Pais, Paulo falou animadamente do imenso amor de Deus e de quanto Ele ouve as orações de todos os pais que entregam os filhos em suas santas mãos. (As três personagens movimentam-se e podem cantar uma música especial em homenagem aos pais).

POR FAVOR, PAPAIZINHO, VAMOS!

POR FAVOR, PAPAIZINHO, VAMOS!

Uma garotinha, de olhos cintilantes,
Rostinho alegre, olhar resplandecente,
Assim falou: “Papaizinho, está na hora.
À Escola Dominical, vamos agora.
Lá, de Jesus, o amor eles ensinam,
De como Ele morreu, por todos que O buscam.”

“Ah!” diz o papai, “não...hoje não,
Pois trabalhei toda a semana; vou ao ribeiro.
Lá eu repouso e vou descansar.
A pesca é agradável, todos afirmam.
Vá saindo e não me aborreça...
Vamos à igreja qualquer dia.

Meses e anos, afinal se foram,
E o papai não mais ouviu o apelo:
“Vamos à Escola Dominical”!

Os dias da infância se passaram.
Agora que o pai envelhecera,
E que da vida o fim já se aproxima,
Tempo ele encontra para à igreja ir.
Porém, a filha, ao seu convite diz:

“Não...hoje não, papai,
Fiquei insone quase toda a noite.
Recuperar eu devo um pouco o sono.
Demais, o meu semblante assusta...”
Então, o pai para enxugar as lágrimas,
A trêmula mão levanta.

E relembrando os tempos que se foram,
Distintamente, parece ouvir a suplicante voz
E ver da criancinha o rosto resplendente
Pra si voltado, em cintilante olhar a lhe dizer:
“Está na hora da Escola Dominical...
Por favor... não queres ir, papai?”

Apresentações extraídas de:
ALIANÇA PRÓ EVANGELIZAÇÃO DAS CRIANÇAS. 5. ed. Dias especiais. São Paulo: APEC, 1997.

UM HOMEM FELIZ

UM HOMEM FELIZ
(Jogral inspirado no Salmo 128)

TODOS- Papai, você é um homem feliz!
1- É feliz porque teme ao Senhor
2 e 4- e anda nos seus caminhos.
TODOS- Papai, você é um homem feliz!
2- porque vive do seu trabalho honesto
1 e 3- e sente prazer no que faz.
TODOS- Papai, você é um homem feliz
3- porque tem uma esposa fiel como a mamãe
2 e 4 – que lhe deu filhos como nós ,
1 e 3- formando uma família alegre e barulhenta,
4- faminta e gulosa,
2 e 3- ao redor de uma mesa farta.
TODOS- Papai, você é um homem abençoado
1 e 4- porque teme ao Senhor.
2- Por isso, no seu dia, oramos de coração:
TODOS- Que o Senhor o abençoe desde os Céus,
3 e 4- para que veja a prosperidade de sua família
1- durante toda a sua vida;
2 e 3- veja a terceira geração – os seus netinhos,
TODOS- e veja a paz de Deus reinando no seu lar.

Graças dou, ó Deus, por meu pai.
Graças dou – contente ele vai
Passo a passo, andando na luz.
Ele é feliz porque tem Jesus!

(Música de Cânticos de Salvação para Crianças, vol.3, nº36)

Esther Duarte Costa

Ser pai

(jogral)

TODOS- Ser pai é procurar ser amigo, espelho e mestre do seu filho.
1- É ter no coração a alegria de ser PAI.
2- É ser feliz pelo simples privilégio de ter um ou mais filhos para com eles conviver.
3- É chorar quando o filho chora.
4- É sorrir quando o filho sorri.
1- É sofrer quando o filho sofre.
2- Ser pai é acordar bem cedinho,
3- O pão de cada dia ganhar.
4- Ser pai é ouvir, no final do dia, os filhos e a esposa perguntarem:
1- Como foi o seu dia, papai?
2- Está muito cansado?
3- Esquecendo lutas e fadigas, ele abraça os filhos e ensina-os a orar:
TODOS- “Graças Te dou, ó Deus, nosso Pai, pelo dia de trabalho e pelo pão que Tu nos dás”
2- Ser pai é ensinar aos filhos o caminho do Senhor.
3- É tornar-se como uma criança, para com o filho brincar.
4- É tornar-se adolescente, para com ele dialogar.
1- É tornar-se amigo do jovem, e de seus problemas participar.
2- Ser pai é incentivar, aconselhar...
3- É aos passos do filho acompanhar.
4- Nunca a falsidade usar, pois ser pai requer somente a verdade falar.
1- Ser pai, que pequenina frase!
2- Mas quanta responsabilidade!
3- Ser pai é com o filho participar de derrotas e vitórias;
4- Não só de sonhos, mas também de realidade...
TODOS- PAIS: Ensinem a seus filhos o caminho em que devem andar, e ainda quando forem velhos, não se desviarão dele.

- Autor desconhecido

QUANDO TEU FILHO TE PERGUNTAR....RESPONDERÁS

(Jogral adaptado de um artigo de Célia C. Reis)

TODOS- Quando teu filho te perguntar...
1- Responderás...
TODOS- Responderás que DEUS É AMOR.
2- Se teu filho crescer acostumado a sentir em Deus um Pai amoroso e não tirano, diante de quem se deve chegar amedrontado, mais tarde ele O buscará sempre, pois confiará no amor divino.
1 e 3- Quando teu filho te perguntar...
TODOS- Responderás que DEUS É FIDELIDADE.
3- Se teu filho crescer acostumando-se a presenciar orações de gratidão por bênçãos recebidas, por respostas maravilhosas dadas a pedidos feitos com fé, mais tarde ele confiará no Deus fiel e O confiará sempre.
1 e 2- Quando teu filho te perguntar...
TODOS- Responderás que DEUS É MISERICÓRDIA.
1- Se teu filho crescer acostumando-se a ter em Cristo um amigo bondoso e verdadeiro, mais tarde ele O procurará sempre, pois verá que neste mundo não existe amigo igual.
2 e 3- Quando teu filho te perguntar...
TODOS- Responderás que DEUS PRECISA DELE.
2- Se teu filho crescer acostumando-se a sentir que sua vida, seu tempo, seus talentos, seu dinheiro, seu tudo, são necessários ao desenvolvimento do reino de Deus, mais tarde ele não se negará a servir à causa de Deus e bem cedo responderá afirmativamente ao chamado do Espírito Santo.
1 e 3- Quando teu filho te perguntar...
TODOS- Responderás que DEUS É O CAMINHO.
3- Se teu filho crescer acostumando-se a trilhar o caminho certo, mais tarde ele não se desviará dele, muito embora possa dar muitas voltas, pois conhecerá a estrada que conduz à Salvação.
TODOS- Porém, se teu filho não te perguntar,
1- Mesmo assim, não olvides a tua responsabilidade como pai cristão, pois ele poderá não traduzir em palavras o que sente, mas ele vê, ouve e guarda tudo o que se passa ao seu redor.
2- Fala-lhe, mostra-lhe, mas principalmente,
TODOS- PROVA-LHE com tua vida quanto lhe é ensinado,
3- E terás cumprido fielmente a missão maravilhosa de preparar um filho para mais tarde ser um servo de Deus.
TODOS- “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e ainda quando for velho, não se desviará dele.” (Provérbios 22.6)

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